Sobre Mim
Sou formada em Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e escolhi a Psicanálise como abordagem para orientar meu trabalho clínico. Atuei por anos como profissional de Recursos Humanos em uma multinacional — o que também me permitiu ter uma ampla experiência com a escuta sensível, ainda que de forma distinta da clínica —, concomitantemente com minha formação acadêmica, e hoje atuo em dois âmbitos: o principal, como psicóloga clínica e psicanalista, mas eventualmente também como psicóloga em uma ONG de oficinas terapêuticas para pessoas com deficiência e/ou em vulnerabilidade social, em que a maior parte dos usuários são crianças e adolescentes atípicos.
Em minha trajetória na UERJ, me aproximei da abordagem psicanalítica desde o início, e nela fui me aventurando e me aprofundando, até que senti que já não havia volta: todos os caminhos me levavam à Psicanálise, que acredito de certa forma ter me escolhido também, ainda antes da graduação.
Durante o período de estágio, pude vivenciar a Clínica Psicanalítica no Serviço de Psicologia Aplicada da UERJ, acompanhando jovens e adultos. Também estagiei na área da Psicologia Escolar, trabalhando com crianças e adolescentes temas como infâncias, gênero, raça e sexualidade em oficinas. Além dos estágios, participei de um projeto de extensão sob orientação psicanalítica no Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), acompanhando profissionais de saúde. Estive também na organização da I Semana de Psicanálise da UERJ, onde pude conhecer, ouvir e trocar com importantes vozes da psicanálise brasileira atual.
Enxergando a psicologia enquanto prática inseparável de seu compromisso social e político, fui me aproximando cada vez mais de uma visão crítica da psicanálise, dentro e fora dela própria. Assim, ter tido a oportunidade de fazer parte do grupo de estudos de Psicanálise, Clínica e Relações Raciais foi um ponto fundamental e valioso em minha formação, quando pude me aprofundar nas temáticas raciais e interseccionais. Finalmente, também optei por seguir com um viés crítico e decolonial na escrita de minha monografia, sobre psicanálise e branquitude no Brasil.
Em meu trabalho com a psicoterapia, muitas são as queixas de ansiedade, depressão, vazio existencial, inseguranças, angústias, culpas, conflitos e traumas: falar disso em um ambiente seguro, como o setting terapêutico, é essencial para que essa jornada de autoconhecimento seja — embora por vezes difícil — construtiva para o sujeito e promotora de sentidos, de qualidade de vida e de transformação.
Sigo acreditando na importância de uma formação contínua e de uma perspectiva crítica para nós psicólogas/os/es, seja onde for nossa atuação, e espero poder contribuir com uma psicologia sempre comprometida ética e socialmente com o sujeito e com o coletivo.
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